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Dr. Felipe Dal Osto

Tratamentos

O que é tratado no consultório

Uma explicação de cada tratamento: o que é, quando é indicado, em quantas etapas acontece e o que esperar de cada uma. Valores não são divulgados aqui — eles dependem do plano montado para o seu caso e são apresentados por escrito na avaliação.

Implantes dentários

O implante dentário é um pino de titânio instalado no osso da mandíbula ou da maxila para substituir a raiz de um dente perdido. Sobre ele é fixada uma prótese, que é a parte visível. Serve tanto para repor um único dente quanto para dar suporte a uma arcada inteira.

Quando é indicado

Quando um dente foi perdido ou não tem mais como ser recuperado. Também é indicado para dar estabilidade a próteses removíveis que se soltam ao falar ou mastigar. A avaliação verifica quanto osso existe na região, a saúde da gengiva e as condições gerais de saúde antes de qualquer decisão.

As etapas, na ordem

Primeiro a avaliação clínica com exame de imagem, que mostra o volume de osso disponível. Depois a cirurgia de instalação do implante, feita sob anestesia local. Em seguida vem a osseointegração, período em que o osso se integra ao implante e que costuma levar alguns meses. Só então a prótese definitiva é confeccionada e instalada.

Quando é preciso enxerto

O osso perde volume ao longo do tempo em que a região fica sem dente. Se não houver osso suficiente para ancorar o implante com segurança, um procedimento de enxerto é feito antes, o que acrescenta uma etapa e um tempo de espera ao plano.

O que muda depois

O implante não cria cárie, mas a gengiva ao redor dele pode inflamar — quadro chamado de peri-implantite, que é a principal causa de perda de implantes a longo prazo. Por isso o controle periódico não é opcional: é parte do tratamento.

Reabilitação oral

Reabilitação oral é o tratamento que devolve função à mordida quando faltam vários dentes, quando o desgaste comprometeu a mastigação ou quando próteses antigas deixaram de servir. O estudo é do conjunto — a forma como os dentes se encontram — e não de um dente isolado.

Quando é indicado

Ausência de vários dentes, desgaste acentuado, dificuldade para mastigar de um lado, prótese que machuca ou se solta. Também quando o paciente relata dor ao mastigar sem que haja cárie aparente.

O que pode entrar no plano

Próteses fixas ou removíveis, próteses sobre implante, coroas e ajustes de mordida. A combinação depende de quantos dentes restaram, da saúde deles e do osso disponível. É comum que o plano seja executado em fases, com uma solução provisória funcionando enquanto a definitiva é preparada.

Por que leva tempo

Mudar a forma como a mordida se encaixa exige adaptação da musculatura e da articulação. Fazer isso rápido demais costuma gerar desconforto e retrabalho. As etapas espaçadas existem para que o ajuste seja verificado antes de virar definitivo.

Estética do sorriso

Reúne os procedimentos que alteram forma, cor e proporção dos dentes. A condução é clínica antes de ser estética: gengiva inflamada, cárie ativa ou mordida desequilibrada são tratadas primeiro, porque comprometem qualquer resultado aplicado por cima.

O que costuma estar envolvido

Clareamento dental, restaurações que corrigem forma e cor, facetas e ajustes de contorno da gengiva. Cada um tem indicação própria e nenhum serve para todos os casos.

O que é avaliado antes

A saúde da gengiva, a presença de cárie, o desgaste do esmalte e o hábito de apertar ou ranger os dentes. Aplicar um procedimento estético sobre um problema não resolvido costuma encurtar a duração do trabalho.

Sobre expectativa

O resultado depende da estrutura de cada pessoa — cor natural do dente, formato, posição e o quanto a gengiva aparece ao sorrir. A conversa sobre o que é possível no seu caso acontece antes de começar, não depois.

Odontologia preventiva e manutenção

É o acompanhamento que evita que um problema pequeno vire um tratamento longo. Inclui limpeza profissional, controle de cárie e da saúde da gengiva, e a manutenção periódica de implantes e próteses.

Com que frequência

Para quem tem implante ou prótese, o controle costuma ser semestral — é nele que se detecta inflamação antes de haver perda óssea. Para acompanhamento geral, a periodicidade é definida caso a caso, conforme o risco de cárie e a condição da gengiva.

Sinais de que já passou da hora

Gengiva que sangra ao escovar, mau hálito persistente, sensibilidade ao frio, dente que ficou sensível ao mastigar, prótese que começou a incomodar. Nenhum deles se resolve sozinho.

Qual desses é o seu caso?

Na avaliação isso é examinado e respondido. Se você não sabe em qual se encaixa, tudo bem — é justamente para isso que a consulta existe.

Ainda com dúvida sobre como é a consulta? Veja o passo a passo.

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